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Marcus Holanda de volta à presidência do Pros em nova reviravolta

Ministro Ricardo Lewandowski declina de liminar e o publicitário Marcus Holanda reassume o comando nacional do PROS Nesta segunda-feira (6), o ministro Ricardo Lewandowski declinou da liminar (que, segundo o magistrado, era mesmo só para o período eleitoral) arquivando e informando ao TJDFT sobre a extinção do processo número 0600666-74.2022.6.00.0000 (PJe). Com isso, o publicitário Marcus Holanda reassume novamente o comando nacional do PROS. “[…] Com o término do período eleitoral e o exaurimento das medidas necessárias a garantir a normalidade da eleição presidencial, é de se reconhecer a perda superveniente do objeto da presente reclamação, uma vez que o foro ordinário para dirimir as disputas partidárias é a Justiça Comum, conforme aponta, há muito, nossa jurisprudência (PET 658-94/DF, Rel. Min. Henrique Neves; PET 4459, Rel. Min. Castro Meira)”, acrescentou o ministro. Envolvido em denúncias de corrupção, Eurípedes Júnior havia ganho no TSE o direito de comandar a sigla no auge da campanha eleitoral de 2022. Ele gastou como quis os quase R$90 milhões do fundo eleitoral. Após as eleições, Eurípedes decidiu fundir o PROS com o Solidariedade (uma vez que as duas siglas não atingiram a cláusula de barreira nas eleições de outubro). Com a fusão, Eurípedes virou o presidente. Agora, Marcus Holanda reassume um partido quebrado, sem dinheiro e com muito trabalho a ser feito, principalmente reorganizar a casa e tentar dar credibilidade para a sigla, alvo de denúncias de má gestão nas mãos de Eurípedes e sua turma. O que ficou comprovado sobre esse caso do PROS, é que não se pode levar ao judiciário assuntos partidários. Com as reviravoltas envolvendo judiciário e TSE, muitos candidatos do partido foram prejudicados pela gestão de Eurípedes Junior, inclusive o presidenciável Pablo Marçal. Marcus Holanda é o novo presidente do PROS e Wanderley Espíndola volta a ser o tesoureiro nacional. RECURSO Em nota oficial, Eurípedes Júnior declarou que vai recorrer da decisão judicial. “O ministro, de forma monocrática, determinou que a partir de agora o processo volte a tramitar na Justiça Comum. Entretanto, os processos que estavam sob a jurisdição da Justiça Comum, perderam em absoluto o seu objeto. Primeiro, porque o suposto mandato de Marcus Holanda já venceu. Segundo, porque o PROS deixou de existir ao ser incorporado pelo SOLIDARIEDADE. Ademais, para que não paire qualquer dúvida a respeito, será interposto o cabível agravo interno em face de tal decisão, de tal modo que a situação permanece a mesma até o julgamento do recurso”, declarou o ex-presidente da sigla. Com informações de Donny Silva

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Luma Vidal fala sobre carreira após seu envolvimento na política

A atriz Luma Vidal comenta sobre a polarização no Brasil e os efeitos na carreira artística após seu envolvimento na política Em um cenário caótico após as eleições de 2022, com o Brasil dividido em visões totalmente polarizadas e em meio a era das fake news e da cassação de perfis das redes sociais, a atriz e influenciadora Luma Vidal fala sobre as perspectivas para esse mercado e os players digitais. “Nem o pós-pandemia, com todos os desafios da desaceleração econômica, foi tão desafiador quanto o cenário de polarização atual”, afirma a atriz e influenciadora digital. Apesar do currículo de peso contando com participação em novelas famosas como A Favorita, Tempos Modernos, Negócios da China e Passione, além de ter contracenado com ninguém menos que o saudoso Nelson Xavier no filme A Despedida, de Marcelo Galvão, foi mais recentemente que a atriz e influencer enfrentou um dos maiores desafios da carreira ao comandar a comunicação de uma campanha presidencial. Política Em 2022, já consolidada como influencer e tendo milhares de seguidores nas redes sociais, depois de uma rápida passagem pela gestão de conteúdo das redes sociais de um dos maiores nomes do marketing digital do Brasil, Pablo Marçal, Luma Vidal aceitou o desafio de comandar a assessoria de comunicação da campanha presidencial do empresário goiano. “O Pablo, que tem um alinhamento cristão conservador como grande parte do público brasileiro, se apresentou como uma alternativa à polarização entre esquerda e direita,  e inicialmente pensávamos que seria fácil emplacar um outsider com esse perfil mas, quando começamos, apanhamos de todos os lados”. Pablo não chegou a obter o registro final da candidatura à presidência e, mesmo obtendo cerca de 250 mil votos e sendo eleito para deputado federal por São Paulo, não teve êxito junto ao TSE em ser diplomado para assumir o cargo eletivo. “Foi uma experiência incrível participar da campanha em tantas frentes, seja atuando como gestora de comunicação ou colaborando nas estratégias de marketing”. Saldo positivo Apesar da polarização, a atriz mineira diz que a experiência foi muito produtiva e não causou prejuízos à sua imagem ou sua audiência. Batizada por Pablo Marçal como a “Rainha da Autoralidade”, Luma conquistou novos seguidores engajados, que reconheceram sua dedicação e empenho em meio às intensas reviravoltas na candidatura de Marçal. “É óbvio que sempre tem aquele que te cancela por estar em uma posição diferente da que ele espera. Lembro de uma seguidora antiga que escreveu a mensagem “deixando de te seguir em 3, 2,1.” e me bloqueou em seguida. Mas foram casos raros. Eu sempre lidei bem com a pluralidade de ideias e acredito que o segredo é o respeito ao outro e à sua liberdade de pensar diferente. Saber fazer o contraponto com respeito,  educação e é claro, com bom humor (que é uma das minhas marcas registradas), ajuda a desarmar qualquer espírito”, contou a atriz. A prova do êxito é que suas redes continuam crescendo e o número de clientes em sua empresa, a Auge Comunicação Estratégica, só vem aumentando após as eleições. O mercado digital é muito grande e plural e a atriz celebra o fato de continuar crescendo, apesar da polarização existente.

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Com Lula eleito estatais já perderam mais de R$ 100 bilhões

Desde o fim do segundo turno das eleições, que determinou a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência, as empresas estatais listadas na bolsa de valores perderam R$ 101,258 bilhões em valor de mercado, de acordo com um levantamento da TradeMap feito a pedido do CNN Brasil Business. Entre o total perdido no período, R$ 21,710 bilhões ocorreram somente nesta quinta-feira (10), quando o Ibovespa fechou em baixa de 3,35%, aos 109.775,46 pontos, a maior queda desde setembro de 2021. Na ocasião, o principal índice da bolsa de valores chegou a perder R$ 156,269 bilhões em valor de mercado, depois que um discurso do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva criticando políticas de controle fiscal fez as ações desabarem. A Petrobras é a empresa que concentra a maior fatia das perdas no período, com queda de valor de mercado de R$ 81,456 bilhões desde o dia 28 de outubro, data do último pregão antes do segundo turno. Ela é seguida por Eletrobras e Banco do Brasil, que perderam R$ 7,638 bilhões e R$ 7,105 bilhões, respectivamente. A Eletrobras tinha variação positiva desde o término das eleições até ontem, quando chegou a perder R$ 7,942 bilhões em valor de mercado, em meio ao mau-humor dos agentes financeiros. Já a Sabesp, empresa estatal paulista de saneamento, fechou o dia anterior com perda de valor de mercado de R$ 1,545 bilhão, que contribuiu para a baixa total no valor de R$ 2,816 bilhões desde o fim do pleito presidencial.

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Eleitores não podem ser presos até a data da eleição. Saiba mais

A norma, prevista no Código Eleitoral, vale até 48h após o pleito e visa garantir o direito ao voto Eleitores não poderão ser presos a partir desta terça-feira, 25, exceto em casos de flagrante ou condenação por crime inafiançável. A norma, prevista no Código Eleitoral, vale até 48h após o pleito e visa garantir o direito ao voto. “Ocorrendo qualquer prisão, o preso será imediatamente conduzido à presença do juiz competente que, se verificar a ilegalidade da detenção, a relaxará e promoverá a responsabilidade do coator”, diz a lei. A mesma garantia é dada aos candidatos, que não podem ser presos desde 15 dias antes da eleição. A próxima quinta-feira, 27, é o último dia para realização de comícios – que podem se estender até as 23h59. A exceção é para eventos de encerramento de campanha, que podem ser prorrogados por mais 2 horas.

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Jovem Pan sofre censura do TSE e especialistas criticam a decisão

Especialistas ouvidos pela emissora CNN criticaram a decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) de restringir a Jovem Pan de tratar de fatos envolvendo a condenação do candidato do PT à Presidência, Luiz Inácio Lula da Silva.  Para a advogada Gisele Soares, a proibição dos jornalistas de falarem sobre o assunto, sob pena de multa, é equivocada. “Há uma previsão de que a emissora vá cometer delitos e já se impõe que ela, de antemão, se abstenha. É justamente aí que fica esse incômodo, a sensação de censura”, colocou. A pedido da Coligação Brasil da Esperança — do candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva —, foram concedidos, nesta quarta-feira (19), três direitos de resposta ao petista por falas feitas por jornalistas da emissora. O pedido diz que comentaristas da emissora teriam proferido falas de conteúdo ofensivo e divulgado informações retiradas de contexto desfavoráveis ao ex-presidente. Também foi decidido que os jornalistas não podem falar sobre o assunto, sob pena de multa diária para o canal e para os jornalistas de R$ 25 mil. Ainda segundo Gisele Soares, a ação também pode causar “receio” em outras emissoras, acrescentando que a liberdade de informação deve ser defendida. “Estamos diante de um momento que precisamos defender sempre a liberdade de informação. Todo veículo que sofre algum tipo de limitação, ainda mais nesse caso, uma limitação preventiva, fica com um receio e causa receio em outras emissoras também”, afirmou a advogada à emissora CNN. Richard Campanari, especialista em direito eleitoral e membro da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (Abradep), concorda. “Reconheço que espaço para entrevista ou resposta sobre os temas devem ser garantidos ao candidato do PT, mas daí a fazer de críticas jornalísticas o instrumento de cerramento do debate, me parece um pouco demais”, disse. “Não me parece que a emissora tenha recusado entrevistar o candidato ou lhe abrir espaço nos programas. Ao contrário, o que vemos é a negativa mais do que pública do candidato petista em comparecer na emissora”, acrescentou. O advogado colocou ainda que a “liberdade do jornalista não é absoluta”, mas é preciso zelar pela igualdade de tratamento. “A cobertura e a crítica jornalística não estão impedidas no período eleitoral. O que veículos e canais de comunicação precisam garantir é um espaço paritário aos candidatos. Precisamos de paridade de condições e tratamento, o que a Jovem Pan tem garantido a olhos vistos, na minha avaliação”, disse. “Atropelo à liberdade de expressão” Para Vera Chemim, advogada constitucionalista e mestre em Direito Público Administrativo pela FGV, “a decisão judicial parece ter atropelado o direito constitucional de comunicação previsto na constituição, em que se garante a livre expressão, independentemente de censura ou licença”. “A liberdade de imprensa diz respeito à garantia de comunicação de fatos e ideias, o que pressupõe, respectivamente, a liberdade de informação e de expressão”, disse a advogada à emissora CNN. Vera defende que os pedidos de direito de resposta ao suposto ofendido [Lula] “não merecem acolhida”, já que “não remetem a qualquer manifestação de abuso à sua honra e imagem, até porque é sabido por todos a situação enfrentada por Lula do ponto de vista jurídico legal e constitucional”, colocou. “Todas as falas apenas reproduziram e comentaram fatos verdadeiros e de conhecimento público”, acrescentou. “A despeito das críticas extremamente duras, ácidas e até grosseiras, elas se inserem, sem sombra de dúvida, no exercício da liberdade de expressão”, completou a advogada. Fernandes Neto, especialista em direito constitucional e eleitoral, presidente da Comissão de Direito Eleitoral da OAB/CE, defendeu a liberdade de expressão. Criticou adjetivos usados por alguns jornalistas da Jovem Pan, mas disse ser “preocupante” a intervenção do TSE. “É sempre muito preocupante quando há a necessidade da Justiça Eleitoral e, principalmente, do TSE, intervir em fatos que no dia a dia deveriam ser conduzidos pela própria imprensa. Quando você tensiona a Justiça Eleitoral para certas análises que vão além da razoabilidade, há sempre uma possibilidade de alguém considerar essa medida extravagante”, completou. Entidades representativas do setor de comunicação como a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) e a Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abratel) repudiaram a decisão do TSE. “As restrições estabelecidas pela legislação eleitoral não podem servir de instrumento para a relativização dos conceitos de liberdade de imprensa e de expressão, princípios de nossa democracia e do Estado de Direito”, afirmou a Abert, em nota. Determinação do TSE O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou a retirada do ar, de todas as plataformas da TV, de conteúdos de campanha eleitoral com a temática “Lula mais votado em presídios” e “Lula defende o crime”. O pedido foi feito pela Coligação Brasil da Esperança, de Lula. Na ação, os advogados pediram ainda o direito de resposta por comentários feitos por jornalistas da Jovem Pan. Por 4 votos a 3, os ministros decidiram que os jornalistas da emissora não podem falar sobre o assunto, sob pena de multa diária para o canal e para os jornalistas de R$ 25 mil. Segundo a decisão do TSE, o direito de resposta à campanha de Lula nos canais da Jovem Pan precisa ser dado em até dois dias “mediante emprego de mesmo impulsionamento de conteúdo eventualmente contratado, em mesmo veículo, espaço, local, horário, página eletrônica, tamanho, caracteres e outros elementos de realce utilizados na ofensa.” Resposta da Jovem Pan A Jovem Pan publicou um editorial nesta quarta-feira (19) a respeito da decisão do Tribunal Superior Eleitoral. No texto, que tem como título “Jovem Pan sob censura”, o canal diz que sempre se pautou em defesa das liberdades de expressão e de imprensa, promovendo o livre debate de ideias entre seus contratados e convidados”. “Não há outra forma de encarar a questão: a Jovem Pan está, desde a segunda-feira, 17, sob censura instituída pelo Tribunal Superior Eleitoral. Não podemos, em nossa programação — no rádio, na TV e nas plataformas digitais —, falar sobre os fatos envolvendo a condenação do candidato petista Luiz Inácio Lula da Silva. Não importa o contexto, a determinação do Tribunal é para que esses assuntos não sejam tratados na programação jornalística

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Entrevista recordista de Lula no Flow é marcada por mentiras e fake news

Por Bruno Giovanni Em entrevista ao Flow Podcast nesta terça-feira (18), o candidato do PT à Presidência, Luiz Inácio Lula da Silva, deu declarações enganosas ao comentar legados da gestões petistas.Não é verdade, por exemplo, que a fome foi totalmente erradicada ou que 90% das categorias profissionais tiveram reajustes acima da inflação. O ex-presidente também distorceu o sentido de uma fala do presidente Jair Bolsonaro (PL): diferentemente do que sugeriu o petista, o mandatário não admitiu em entrevista que precisa mentir para governar. Veja algumas fake news ditas pelo petista: [O Brasil foi o último] a dar voto para mulher. A declaração é FALSA porque, só na América Latina, ao menos quatro países legalizaram o voto feminino depois do Brasil, que passou a dar direito ao voto para as mulheres de maneira facultativa em 1932. Depois, esse direito foi garantido pela Constituição Federal de 1934, e regulamentado pelo Código Eleitoral de 1935, que definiu o voto obrigatório para mulheres. Peru e México, por exemplo, só legalizaram o voto feminino 20 anos depois do Brasil, em 1955. Na Argentina, as mulheres conseguiram o direito de votar somente em 1947. Já no Chile, o sufrágio universal foi estabelecido em 1949, mas o direito de votar em eleições municipais havia sido promulgado em 1934. [O Brasil é] O maior produtor de proteína animal do mundo. A declaração é falsa porque, de acordo com o último relatório da FAO, agência da ONU para a alimentação e a agricultura, o maior produtor de proteína animal do mundo atualmente é a China. Segundo o documento, o país asiático produziu 79,3 mil toneladas de carnes em 2020 e 91,8 mil toneladas em 2021, último dado disponível. Em segundo lugar estão os Estados Unidos, com uma produção de 48,7 mil toneladas em 2020, e de 48,8 mil toneladas em 2021. O Brasil aparece na terceira posição, com 29,1 mil toneladas em 2020 e 29,6 mil toneladas no ano passado. Nós criamos […] o Fies… O Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) foi criado em 1999 pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e teve a lei sancionada pelo tucano dois anos depois. Lula, no entanto, fez mudanças no programa. Em 2010, reduziu pela metade os juros pagos pelos estudantes e determinou o fim da necessidade de fiador e a prorrogação do prazo de quitação de dívidas. Eu tava vendo um vídeo do Bozo esses dias, ele naquele vídeo que ele tá falando das meninas venezuelanas, ele fala textualmente: tenho que mentir, preciso mentir. O político tem que mentir. Neste trecho da entrevista, Lula afirma que, na entrevista ao canal Paparazzo Rubro-Negro, o presidente Jair Bolsonaro reconheceu que precisa mentir para governar e que incentivou que políticos mentissem para ganhar, mas isso não é verdade. Na ocasião, o mandatário disse que, por inúmeras vezes, foi aconselhado a mentir, mas que não teria seguido essa sugestão. O que disse Bolsonaro: “E eu lembro, usando essa passagem do João 8:32, quantas vezes nego chegava pra mim e falava: ‘Ó, falando a verdade, tu não vai chegar a lugar nenhum. Você tem que mentir, cara. Falar que vai criar 10 milhões de empregos, 50 milhões de casas populares. Vou triplicar o salário mínimo. Se não falar isso aí tu não vai chegar’. E a regra é mentir. Quem mente mais com alguma inteligência chega, e não estou falando nenhuma mentira aqui”. A entrevista repercutiu nas redes sociais devido a um comentário feito por Bolsonaro sobre meninas venezuelanas que estavam se arrumando em uma casa em São Sebastião (DF) que ele visitou “em abril de 2021”. Ao canal, o presidente disse que “pintou um clima” com as jovens e insinuou que elas se prostituíam. Na realidade, o local abrigava no dia um projeto social para ensinar técnicas de beleza às refugiadas. Esta não é a primeira vez que Lula distorce a fala de Bolsonaro. Nesta terça (18), o ex-presidente também fez menção ao caso em reunião com comunicadores: “Esses dias eu vi um vídeo dele [Bolsonaro] que está ligado àquele vídeo das meninas da Venezuela em que ele diz, textualmente, que é necessário mentir, é preciso mentir, porque se não mentir não ganha as eleições. Um cidadão que acha que para ganhar eleições tem que mentir, obviamente não vai conseguir governar do jeito honesto”, afirmou. Fonte: Blog do BG

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TSE manda Janones se manifestar sobre “máquina de fake news” contra Jair Bolsonaro 

O deputado federal André Janones integra campanha de Lula e tem usado mentiras para atacar o atual presidente da República Jair Messias Bolsonaro Benedito Gonçalves, ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e corregedor-geral da Justiça Eleitoral, deu três dias ao deputado federal André Janones (Avante) para que ele se manifeste sobre os motivos de usar fake news para atacar o presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição. “Ante o exposto, determino a intimação do terceiro investigado, André Luís Gaspar Janones, pelo meio mais célere, para que, no prazo de 3 (três) dias, manifeste-se sobre a utilização de seus perfis no Twitter, Facebook (NASDAQ:META), Instagram, TikTok, YouTube e Kwai, bem como sobre o requerimento para que sejam removidos, sem prejuízo da apresentação de defesa após regular citação”, decidiu o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, Benedito Gonçalves. O ministro deu também cinco dias de prazo para que Lula e o candidato a vice, Geraldo Alckmin, se manifestem sobre a suposta prática de uso indevido dos meios de comunicação. Por esse motivo, o presidente quer cassar a chapa do adversário no julgamento final da ação, tornando-os inelegíveis por oito anos. A campanha de Bolsonaro entrou com recurso no tribunal para reclamar que Janones tem usado as redes sociais “para realizar deliberada e constante difusão de conteúdos falsos ou gravemente descontextualizados contra o candidato à reeleição Jair Messias Bolsonaro, com o propósito de favorecer a campanha dos demais investigados por meios sabidamente ilícitos”. O ministro acatou a petição da campanha de Bolsonaro, mas não decidiu imediatamente pela liminar.

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Treinamento: TSE cria simulador da urna eletrônica para eleitores treinarem o voto

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) colocou no ar em seu site um simulador de votos semelhante à urna eletrônica para que o eleitor treine o uso do equipamento antes de ir à votação neste domingo (2). O objetivo é para que os brasileiros tomem conhecimento de como funciona o sistema e o que vai encontrar na cabine de votação. O simulador está acessível no site do tribunal (veja aqui) e apresenta o sistema de votação de acordo com o local onde o eleitor irá votar. Ao abrir o site, o internauta poderá escolher a eleição que pretende treinar, sendo a geral para todo o Brasil e uma específica para o Distrito Federal, e uma para o exterior – em que será possível votar apenas para o cargo de presidente. Para quem vota no Brasil, é possível treinar o voto para os cinco cargos em disputa nesta eleição: deputado federal (4 dígitos), deputado estadual ou distrital (5 dígitos), senador (3 dígitos), governador (2 dígitos) e presidente (2 dígitos), nos dois turnos de votação. Os eleitores que moram no exterior, são apenas os 2 dígitos para presidente, também em dois turnos. A cada voto registrado, o simulador emite os mesmos avisos sonoros das urnas eletrônicas, com um tom mais curto entre um voto e outro e um mais longo na finalização. De acordo com o TSE, a expectativa é de que a votação de cada eleitor dure menos de um minuto no domingo (2). Para simular o voto é preciso acessar o site do TSE. Em seguida, clicar na aba “Eleitor e Eleições”, no canto superior da tela, e selecionar, na coluna da direita, o item “Eleições 2022”. A partir daí, abrirá uma página com uma série de itens relacionados às eleições deste ano. O último item é o “Simulador de votação”. Ao clicar nesse item, abrirá a página especial do TSE para o simulador. Na página, estarão disponíveis para o eleitor receberá algumas opções, entre as quais “2022 Eleições Gerais (Brasil)”.

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Silvia Abravanel posta foto com Bolsonaro e declara apoio

A apresentadora Silvia Abravanel (51) usou as redes sociais neste domingo (25) e despertou a impressão dos seguidores ao declarar apoio ao presidente Jair Bolsonaro (PL). A filha de Silvio Santos, posou ao lado do presidente Jair Bolsonaro (PL) e declarou apoio ao candidato à reeleição. “Deus, pátria e família”, escreveu na legenda da publicação feita no Instagram, acrescentando o 22, número de Bolsonaro, e emojis de corações verde e amarelo. Nos comentários da publicação de Silvia, muitos apoiadores de Bolsonaro a elogiaram por se posicionar, no entanto, o posicionamento da artista não surpreende o público, os anunciantes e amigos. Em 2018, Silvio Santos  almoçou com Bolsonaro em São Paulo. Em 2020, ele chegou a ser homenageado pelo presidente e inclusive foi duramente criticado pelo encontro sem máscara. Nos Stories, ela declarou o apoio: “Sou 22 até 2026”, escreveu, chamando o presidenciável de “capitão do povo”. A imagem parece ter sido tirada nos bastidores do debate que aconteceu no último sábado (24), promovido pelo SBT, Veja, CNN Brasil, Terra, Nova Brasil, Estadão e Eldorado. Silvia Abravanel é a segunda filha do apresentador Silvio Santos, do casamento com Maria Aparecida Vieira Abravanel. A apresentadora, que recentemente assumiu namoro com o cantor sertanejo Gustavo Moura, está atualmente no comando do programa infantil “Sábado Animado”. Antes, ela apresentava o “Bom Dia & Cia”, atração diária que saiu da grade do SBT em abril deste ano após quase 30 anos no ar. 

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Marina Silva afirma: ‘Vamos colocar um freio no avanço do bolsonarismo’

Marina Silva, ex-ministra do primeiro mandato presidencial de Lula, reaproximou-se do petista e prometeu colaborar com a retomada da agenda socioambiental no país, no intuito de frear o avanço do presidente Bolsonaro Ex-candidata à presidência por três vezes e ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva reconhece que para governar o país é necessário fazer concessões. Agora candidata a deputada federal no estado de São Paulo e à frente da Rede Sustentabilidade, Marina decidiu atender a um pedido do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em favor de uma coalizão que seja capaz de fazer frente a Jair Bolsonaro (PL) nas eleições presidenciais deste ano, deixando para trás rusgas e feridas mal cicatrizadas em relação ao Partido dos Trabalhadores (PT). Em entrevista a VEJA, Marina disse que quer ajudar Lula a “recuperar o protagonismo do Brasil na agenda de enfrentamento às mudanças climáticas” por meio, sobretudo, de uma política de desmatamento zero e agricultura de baixo carbono. “O documento entregue por mim ao ex-presidente Lula se chama ‘Resgate atualizado da agenda socioambiental perdida’, uma agenda que vinha dando certo desde quando se iniciou, em 2003. Ninguém melhor do que Lula para resgatá-la”, afirmou ela, que desconversou quando questionada se aceitaria ser ministra do Meio Ambiente novamente em um eventual governo do petista. Confira a entrevista na íntegra aqui

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