Brasileiro apresenta nos Estados Unidos a tese da Oitava Nota Musical

Brasileiro apresenta nos Estados Unidos a tese da Oitava Nota Musical

Robson Miguel apresenta nos EUA a tese da Oitava Nota Musical, a “Kall”, unindo ciência, música e espiritualidade em turnê internacional


São Paulo, 26 de agosto de 2025 – Durante sua turnê mundial de 2025, o Mestre Violonista Robson Miguel, reconhecido internacionalmente por sua carreira e pioneirismo no violão, está nos Estados Unidos gravando videoclipes. Na próxima quinta-feira (4/9), ele apresentará seu conceito na Universidade de Kentucky, no estado de Ohio, nos Estados Unidos. Lá, exporá aos pesquisadores americanos seus argumentos teóricos e práticos que comprovam a existência de uma oitava nota musical: a nota Kall. Até então, essa nota era desconhecida no meio acadêmico, musical e popular.

“Toda comprovação científica nasce de discussões empíricas”, afirma Robson Miguel. Ele explica que, para ele, quando Schumann mediu a ressonância das ondas eletromagnéticas da cavidade entre a superfície terrestre e a ionosfera, ocorreu a comprovação científica da existência da escala Kall. Essa escala é inaudível aos ouvidos humanos, que só conseguem ouvir sons entre 20 e 20.000 Hz.

Nota Kall: frequência da Terra e afinação filosófica

Robson Miguel calcula a nota Kall tomando como base a frequência da Terra, que vibra em 7,83 Hertz (calculada por Schumann), número mais próximo de 8 Hertz. Seus harmônicos oitavados vão de 8 Hz para 16, 32, 64, 128 e 256 Hertz. Essa sequência define a base para a construção da escala Kall. A frequência de 256 Hz corresponde ao Dó central (Dó4) em um sistema de afinação específico, onde este Dó é uma potência de 2, e a nota Lá está definida para 432 Hz (diapasão de Verdi).

Este sistema de afinação, às vezes chamado de “Dó 256” ou “afinação filosófica”, tem suas raízes no século 19 e difere da afinação padrão de 440 Hz. Ou seja, a nota Kall não é exatamente a nota tocada, mas a ressonância dos harmônicos reproduzidos a partir dela. Essa escala une o corpo e a consciência à natureza e é uma afinação alternativa matematicamente consistente com a frequência da Terra e do universo. Além disso, transmite energia curativa benéfica para a musicoterapia, sendo um tom mais leve e puro, baseado na matemática fundamental da natureza.

“Tudo é frequência. Nosso corpo gera frequência e vibração. Somos energia pura e som. Nosso DNA reproduz o som da nota Kall, que se encontra em um plano sensitivo, ligado ao som harmônico. Embora essas frequências não sejam audíveis, podem ser medidas por instrumentos. Por isso, alguns praticantes de meditação, musicoterapia, terapia sonora e músicos utilizam instrumentos afinados nessa frequência como uma forma de ‘ressintonizar’ o corpo e a mente com a Terra. Sensitivamente ou espiritualmente, descobriram os efeitos da música executada na Escala Kall, que eu chamo de Musikall.”

Trajetória do Mestre Violonista Robson Miguel:

Robson Miguel é um violonista brasileiro que se tornou referência mundial do instrumento, com seu nome presente em mais de cem países. Criou estilo próprio e um conceito contemporâneo nos arranjos para violão, além de compor 136 obras originais para violão solo, duos, grupos, big bands, orquestra popular e orquestras sinfônicas. Isso evidencia sua qualidade como maestro de prestígio nacional e internacional, bem como criador de trilhas sonoras para filmes.

Como precursor do Violão Fingerstyle no mundo — técnica de tocar violão sem palheta, permitindo a execução simultânea de melodia, harmonia (acordes) e baixo — Robson Miguel lançou 27 cursos em VHS, DVDs e plataformas on-line. Ele influenciou uma nova geração de violonistas no Brasil e no mundo, especialmente na Alemanha e na Espanha, país de origem do violão. Na Espanha, residiu por quatro anos contratado pela emissora TR Espanhola.

Além de músico, influenciador e pesquisador, Robson Miguel é também cientista social e membro do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo (IHGSP). Lá, ele exerce a função de Diretor do Departamento Indígena, especializado nas milenares Trilhas do Peabiru. É tradutor, intérprete e professor de Língua e Cultura Indígena Guarani e Tupy-Guarany, tendo sido eleito cacique na Aldeia Guarani de Itaóca, em Mongaguá-SP. Concluiu o curso de Tradução e Interpretação Forense na UnB (Universidade de Brasília) e integra o Grupo Dakila Pesquisa, sendo o curador da Bíblia de Zurique, ou Bíblia de Swinglio.

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