Notícias

Terremoto abala o Japão e asfalto racha em varias vias e avenida.

Terremoto abala o Japão: Impacto, Consequências e Preparação para Desastres Naturais

Terremoto abala o Japão: Impacto e Consequências Terremoto abala o Japão no dia 1º de janeiro de 2024,  e atinge magnitude 7,2 na escala Richter. Esse evento sísmico trouxe consigo uma série de consequências devastadoras para o país, afetando tanto a infraestrutura quanto a população local. A magnitude do terremoto e seus efeitos imediatos Um terremoto de grande magnitude atingiu o Japão em 1º de janeiro, com intensidade suficiente para causar danos significativos. Nas primeiras horas após o tremor, caos e desespero prevaleceram enquanto as pessoas avaliavam os danos e buscavam segurança. Contudo, o Japão, renomado pela sua preparação e resiliência contra desastres naturais, respondeu prontamente e com eficácia. Equipes de resgate se mobilizaram de imediato, auxiliando os feridos e resgatando os presos nos escombros. Estabeleceram-se também abrigos temporários para quem perdeu suas residências Consequências a longo prazo e medidas de recuperação Embora o impacto imediato do terremoto tenha sido devastador, as consequências a longo prazo também são preocupantes. A destruição de infraestruturas vitais, como estradas e pontes, dificultou o acesso a áreas afetadas, dificultando os esforços de resgate e recuperação. Além disso, muitas pessoas perderam suas casas e pertences, enfrentando uma situação de desabrigo e incerteza. No entanto, o governo japonês tem se empenhado em implementar medidas de recuperação e reconstrução. Investimentos significativos estão sendo feitos para reconstruir a infraestrutura danificada e fornecer assistência às comunidades afetadas. Além disso, programas de apoio estão sendo implementados para ajudar as pessoas a reconstruírem suas vidas e superarem os traumas causados pelo terremoto. A importância da preparação para desastres naturais O terremoto que abalou o Japão em 1º de janeiro serve como um lembrete da importância da preparação para desastres naturais. O Japão, um país localizado em uma região propensa a terremotos, tem investido em tecnologias e estratégias para minimizar os danos causados por esses eventos. Essa preparação inclui sistemas de alerta precoce, treinamentos regulares e a construção de edifícios resistentes a terremotos. Apesar disso, é fundamental que todos os países estejam preparados para enfrentar desastres naturais. A criação de planos de emergência, a conscientização da população e o investimento em infraestrutura resiliente são medidas essenciais para reduzir o impacto desses eventos e proteger vidas. Conclusão O terremoto que abalou o Japão em 1º de janeiro de 2024 deixou marcas profundas no país. No entanto, a resposta rápida e eficiente do governo japonês e a determinação da população em se recuperar são testemunhos da resiliência do povo japonês. Esse evento serve como um lembrete da importância da preparação para desastres naturais e da necessidade de investimentos contínuos nessa área. Através de medidas de recuperação e reconstrução, o Japão está se esforçando para superar os desafios causados por esse terremoto e se preparar para enfrentar futuros eventos sísmicos.

Leia Mais

Museu do Ipiranga é reformado e volta a receber público

O museu, cuja reforma custou cerca de R$ 235 milhões, espera receber cerca de 1 milhão de visitantes por ano. Visitação será gratuita somente até 6 de novembro e é preciso agendar a visita pelo site. Após nove anos, o Museu do Ipiranga reabriu nesta última quarta-feira (7), em São Paulo, aproveitando a comemoração dos 200 anos da Independência do Brasil. O Museu do Ipiranga promete ser um dos mais completos e modernos da América Latina. A instituição passou por profundas transformações para a celebração do Bicentenário da Independência do Brasil. O Museu do Ipiranga reabriu com o dobro do tamanho, mais uma área subterrânea e capacidade para receber até 11 exposições simultâneas. A expectativa é de que de 900 mil a 1 milhão de pessoas visitem o museu todos os anos. Como parte das comemorações de abertura, a visitação é gratuita até o dia 6 de novembro. Mas os ingressos devem ser agendados pelo site do museu. EXPOSIÇÕES. Estão abertas ao público 11 novas exposições, contemplando cerca de 3,5 mil itens do acervo, que no total tem 450 mil itens e documentos. Pela primeira vez na história do museu, a instituição também estará apta a receber acervos de outras instituições, inclusive internacionais, graças à instalação de ar-condicionado. O prédio ganhou ainda a instalação de vidros de baixa transmitância, que retêm o calor do raio solar, garantindo conforto térmico do prédio e melhor conservação do acervo. A iluminação é controlada ponto a ponto via sistema de automação, com lâmpadas led, que gastam menos energia e emitem menos calor. Outra ação ecológica foi um sistema híbrido para a circulação de ar, que inclui aparelhos de ar-condicionado apenas na expansão do edifício – o que também preserva a integridade da construção histórica. As obras foram executadas em duas frentes: restauro do Edifício Monumento e a ampliação do edifício. Com o novo espaço criado, de 6,8 mil m², o museu ganha entrada integrada ao Jardim Francês, além de bilheteria, café, loja, auditório para 200 pessoas, espaços e salas para atendimento educativo, e uma grande sala de exposições temporárias, com 900m². No Edifício Monumento, foram realizados reparos em todos os detalhes da refinada arquitetura.

Leia Mais

Queda do peso aciona onda de turistas brasileiros para a Argentina; veja dicas 

A queda do peso na Argentina traz pelo menos um aspecto positivo ao país, afundado em uma crise econômica: o aquecimento do turismo. Com um real equivalente a 27 pesos argentinos, os preços têm atraído brasileiros ao território vizinho. A cotação no famoso mercado de “câmbio paralelo” no país é ainda melhor, onde um real pode ser trocado por 57 pesos.  A avaliação entre turistas e especialistas entrevistados é unânime: ir à Argentina está bem barato. “Troquei R$ 750 com um app de câmbio, consegui ficar 8 dias e voltei com pesos ainda”, diz a turista que voltou recentemente de viagem. Amanda Thozeski – fotógrafa Ela usou uma plataforma que permite transferir dinheiro ao exterior, onde retornou o valor pela cotação do “câmbio paralelo”.  Veja abaixo as dicas de como trocar o dinheiro “O peso argentino desvalorizou quase 70% nos últimos dois anos em relação ao real. Então, naturalmente, o brasileiro tem um poder de compra maior”, explica Hugo Garbe, professor do Mackenzie e economista-chefe da G11 Finance.  O que diz quem foi Viajantes dizem terem notado diferenças enormes em relação a outros países vizinhos. “Realmente as coisas lá estão muito baratas para nós, brasileiros. No Uruguai é tudo mais caro”, relata o pesquisador Paulo Goetze, que depois da sua estadia passou por três cidades do país ao lado. A empresária e blogueira de viagens Kelly Couto teve a mesma sensação ao viajar pelo Chile. “É gigantesca mesmo a questão do câmbio. (…) [Na Argentina] em quatro dias eu gastei 100 dólares. 100 dólares no Chile eu não gastava nem por dia”, completa.  Nesse cenário de queda do peso, os turistas citam alguns exemplos de compras baratas que fizeram, por exemplo:  Um jantar, com prato principal e vinho: R$ 45; Vinhos das melhores marcas: R$ 20; Quilo de picanha: R$20; Transporte urbano de metrô e ônibus; por cerca de R$ 1 ou até menos. Aumento da procura Outros brasileiros já marcaram suas viagens com a expectativa de gastar pouco. É o caso do churrasqueiro e influencer José Mateus, dono do canal “Barbecue King”, que embarcou nesta semana para turismo gastronômico.  “Aqui, em São Paulo, a gente gastaria entre R$ 400 e R$ 500 para comprar uma carne de qualidade. Lá dá para gastar entre R$ 100 e R$ 200 em um dos melhores restaurantes da capital.”  José Mateus – Influencer O fotógrafo esportivo Guilherme Veiga será mais um da lista. Ele vai estender uma viagem de trabalho a Buenos Aires com mais três dias de turismo em Córdoba. Como gastar menos com a queda do peso? Para quem chegar na Argentina, seguir algumas dicas pode ajudar a aproveitar ainda mais a queda do peso.  A designer de viagens do blog “Ares do Mundo” Leda De Luca sugere que os visitantes sempre busquem levar uma quantia de reais e outra de dólares para fazer o câmbio dessas moedas dentro da Argentina.  Ela opina que a negociação nas casas de câmbio do país é mais favorável aos clientes, por conta da demanda do comércio local por moedas estrangeiras.  “O ideal na Argentina não é que você troque o montante todo de uma vez só, vai trocando de pouquinho e pouquinho para, justamente, não sobrar peso na sua mão. Porque voltar com peso ao Brasil não faz o menor o sentido.” Leda De Luca – Designer É mais indicado pagar em dinheiro, porque o comércio por cartão de débito ou crédito na Argentina não vale tanto a pena para turistas. Os principais motivos são:  o imposto cobrado pelo governo brasileiro nas transações, o IOF;  a cotação dessas compras, baseadas nos valores oficiais do dólar e peso. Por isso, guias de turismo recomendam o uso de cartões apenas para emergências ou para pedir carros de transporte por aplicativo. Por conta do tamanho dessa prática informal no país, o governo argentino começou a permitir recentemente que turistas vendam até US$ 5 mil em casas de câmbio oficiais e bancos a preços similares do câmbio paralelo.  A nova política, no entanto, ainda não teve adesão dos turistas, segundo relatos de quem trabalha no país.  Para quem não quiser ou não conseguir trocar o dinheiro, vale ressaltar que muitos serviços em pontos turísticos aceitam pagamento em real, dólar e até euro.  Porém, assim como a prática de câmbio informal, o pagamento em dinheiro merece atenção dos turistas:  muitas notas falsas de peso circulam no país, em golpes feitos para enganar visitantes, alertam Leda de Luca e Kelly Couto, especializadas em turismo;  cada loja, hotel e restaurante pode cobrar sua própria cotação em pagamentos com moedas internacionais, o que pode deixar alguns clientes no prejuízo. Atrativos Além do poder de compra, a diversidade de programas para mochileiros ou viajantes de luxo, segurança pública e belezas naturais fazem da Argentina um dos destinos mais atraentes para os brasileiros.  Entre os locais mais procurados neste ano junto à capital Buenos Aires, Leda de Luca cita a região exótica de Patagônia, no extremo sul do país, e a tradicional Bariloche. A Gol também relata uma procura relevante pelas belezas naturais de Mendoza. Fonte: G1

Leia Mais

Confira dicas de ouro para curtir uma viagem com carro elétrico

A mobilidade elétrica é um tema que vem ganhando grande destaque nos últimos anos. No entanto, a infraestrutura para carros elétricos ainda é um dos maiores desafios para os consumidores no Brasil, especialmente no que se refere às estações de recarga. O cenário da eletromobilidade no País, apesar de estar longe do ideal, evoluiu muito com o crescimento da compra de carros elétricos. No acumulado até julho de 2022, as vendas de veículos eletrificados foram de 23.033 unidades, um crescimento de 31% na comparação com os 17.524 dos sete primeiros meses de 2021, segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE).  De acordo com a entidade, o segmento de eletrificados atingiu o marco histórico de 100 mil unidades emplacadas no País em julho deste ano. Se você é o feliz proprietário de um desses carros e pretende viajar, fique de olho nas dicas a seguir.  5 dicas para uma viagem de carro elétrico Para ter uma melhor experiência de viagem em trajetos de longa distância, siga as dicas oferecidas pela especialista Ana Kira, chefe de Eletromobilidade da Raízen – empresa licenciada da marca Shell e responsável pelo lançamento do programa de eletromobilidade Shell Recharge no Brasil: Inicie a viagem com bateria completa – ao sair de casa, comece com a bateria cheia, para utilizar ao máximo a autonomia do veículo e evitar paradas. Planeje sua rota – programar a viagem com antecedência proporciona maior tranquilidade no momento de recarga e ajuda na economia de tempo quando você estiver na estrada. Ao escolher uma rota com estações de recarga rápida, você terá maior tranquilidade em seguir ao destino com confiança e segurança. Nos finais de semana, a probabilidade de encontrar mais tempo de espera nas estações de carregamento é significativamente maior. Para não correr o risco de enfrentar longas filas, consulte a disponibilidade dos carregadores da região no aplicativo Tupinambá e faça a sua reserva. Aplicativo Tupinambá – o app desenvolvido pela startup Tupinambá Energia reúne mais de mil pontos de recarga mapeados em todo o País, além de permitir a visualização dos carregadores disponíveis nas estações em tempo real, fazer a reserva do ponto de carregamento e realizar o pagamento da recarga pela própria plataforma. Certifique-se de baixar o app antes de sair de casa e preencher seus dados com antecedência, cadastrando um cartão de crédito para pagamento. Isso vai poupar tempo quando estiver nas estações ou eletropostos mapeados. Considere tempo e alcance –  sempre entenda o quanto você realmente precisa carregar para chegar ao seu destino de abastecimento para evitar problemas. Recarregue de forma eficiente – a não ser que o seu trajeto exija, tente parar de carregar seu veículo em 80 %, pois os carros elétricos carregam significativamente mais devagar após essa porcentagem. Para se ter uma ideia, a carga de 80% a 100% pode levar a mesma quantidade de tempo do que de 20% a 80%, por exemplo. Além disso, é recomendável que a bateria sempre esteja entre os 20% e 80% para ter uma melhor vida útil. Busque não carregar completamente a bateria nem deixar a bateria chegar ao fim – alguns veículos já possuem essa configuração em seu computador de bordo. Uma boa opção para recarga rápida são as estações Shell Recharge, desenvolvidas pela Raízen. Com carregadores de 50kW e 150kW, elas podem abastecer veículos elétricos em até 35 minutos, com energia de fonte renovável certificada, garantindo ainda mais sustentabilidade. O programa já conta com um eletroposto em operação no bairro do Limão, na Zona Norte de São Paulo, e em breve terá mais estações disponíveis nos postos Shell da Região Sudeste, ampliando a infraestrutura de recarga elétrica e oferecendo maior comodidade para os motoristas.

Leia Mais

Como utilizar o Google Voos para encontrar viagens mais baratas

Com a maioria dos países deixando o requisito dos testes de covid de lado e a maior proximidade entre o dólar e o euro vista nos últimos 20 anos, agora pode parecer o momento certo para planejar férias para a Europa. As pessoas estão viajando mais agora do que desde o início da pandemia, mas muitas estão enfrentando custos mais altos de voos, tanto para dentro do país, como para fora. De acordo com dados da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), em maio deste ano a passagem aérea nacional chegou a ser comercializada a um preço médio de R$ 682,60. O número é 22% superior ao valor praticado no mesmo mês de 2019, ano que antecedeu a pandemia de Covid-19. No acumulado de 2022, o valor médio da tarifa aérea foi de R$ 605,04, o que mostra um aumento de 21,8% na comparação com três anos atrás, quando o valor médio ficou em R$ 496,19. Segundo os indicadores de tarifas aéreas publicados na última terça-feira (19) pela agência, um dos principais motivos é a alta do querosene de aviação (QAV), que acumulou um avanço de 59% entre janeiro e maio deste ano. Mas, ainda podem ter passagens baratas no mercado. Os voos mais baratos aparecem quando você tem muita flexibilidade sobre quando e para onde gostaria de ir. Confira algumas dicas para usar o Google Voos ao seu favor: Ao visitar o Google Voos em seu navegador, você verá automaticamente o formato de reserva de voo padrão, mas o segredo está na guia “explorar” à esquerda.

Leia Mais

Esta gostando? Compartilhe

Mais Populares:

Quer ver mais conteúdos?

Assine Nossa Newsletter

E Fique Por Dentro De Tudo Que Acontece Em Uberlândia.

plugins premium WordPress

Olá, visitante