Embraer vende até 20 jatos para companhia aérea japonesa em acordo de R$ 10 bilhões

Embraer vende até 20 jatos para companhia aérea japonesa em acordo de R$ 10 bilhões

A Embraer fechou contrato com a All Nippon Airways para venda de até 20 jatos E190-E2, reforçando sua presença no mercado asiático


Negócio bilionário fortalece Embraer no Japão

A Embraer anunciou um contrato com a All Nippon Airways (ANA) para a venda de até 20 aeronaves do modelo E190-E2. O acordo, avaliado em aproximadamente R$ 10 bilhões, prevê a entrega inicial de 15 jatos, com opção de aquisição de mais cinco. As primeiras entregas estão previstas para 2028.

O negócio foi concluído durante a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Japão, reforçando as relações comerciais entre os dois países. A venda faz parte da estratégia de modernização da frota da ANA, que busca aeronaves mais eficientes e sustentáveis.

Parceria estratégica e sustentabilidade

Este é o primeiro pedido da ANA para a nova geração de jatos da Embraer, o que destaca a competitividade do E190-E2 no mercado asiático. O mercado reconhece o modelo pelo menor consumo de combustível e pelos custos operacionais reduzidos, além de proporcionar mais conforto aos passageiros.

Durante as negociações, representantes discutiram avanços no uso do Combustível Sustentável de Aviação (SAF) no Japão. O Brasil tem se posicionado como referência nesse setor, com biocombustíveis derivados de matérias-primas como cana-de-açúcar e resíduos agrícolas. A adoção do SAF pode impulsionar parcerias futuras entre Embraer e companhias aéreas japonesas.

Expansão da ANA e impactos no setor

A All Nippon Airways está em um processo de renovação de frota, que inclui encomendas de aeronaves de diversos fabricantes. A aquisição dos jatos da Embraer reforça a presença da empresa brasileira no mercado asiático, um dos mais competitivos da aviação mundial.

Com este contrato, a Embraer fortalece sua posição como uma das maiores fabricantes globais de aeronaves comerciais, concorrendo diretamente com gigantes do setor. O sucesso da negociação pode abrir portas para novos pedidos de outras companhias aéreas na região.

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