Paulo Guedes é excluído da galeria de ex-ministros da Fazenda na sede da pasta

Foto de Paulo Guedes é excluída da galeria de ex-ministros da Fazenda no prédio da pasta em Brasília. Ausência gera grande polêmica e críticas de aliados


Ausência de Guedes na galeria

A exclusão de Paulo Guedes da galeria de ex-ministros da Fazenda gerou críticas e levantou muitos questionamentos. A galeria, localizada no sexto andar do prédio do Ministério da Fazenda, em Brasília, exibe as fotos de todos os ocupantes do cargo desde o início da República. A última imagem é de Eduardo Guardia, que comandou a pasta até o fim do governo Michel Temer.

Durante o governo Jair Bolsonaro, Paulo Guedes liderou um superministério que centralizava diversas áreas, incluindo Fazenda, Planejamento e Indústria. Ele foi o superministro mais forte desde a redemocratização da República. O “Posto Ipiranga”, como foi apelidado pelo presidente Jair Bolsonaro.

Um ex-auxiliar considerou a decisão de não incluir sua foto uma ‘grosseria’ e uma ‘indelicadeza’. Ele sugeriu que se colocasse a imagem de Guedes em todos os ministérios que sucederam a pasta da Economia.

Haddad não comenta exclusão

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, evitou comentar a ausência da foto de Guedes. Durante um café de fim de ano com jornalistas, Haddad não abordou o tema, e o ministério não emitiu justificativas. A exclusão contrasta com o tratamento dado a outros ex-ministros, independentemente de suas gestões ou polêmicas.

Fundador do Pactual, JGP e BR Investimentos, Guedes atualmente é sócio de uma gestora de fundos e tem mantido perfil discreto desde o fim do governo Bolsonaro. Em eventos, reafirma sua agenda liberal e defende reformas econômicas. Sua ausência na galeria reacende debates sobre o legado de sua gestão, marcada por privatizações e mudanças estruturais que dividiram opiniões.

Enquanto reinstalavam outros retratos históricos, como o de Jair Bolsonaro, no Palácio do Planalto após os atos golpistas de 8 de janeiro, decidiram excluir o retrato de Guedes. A primeira-dama, Janja, chegou a criticar a permanência de certas imagens, destacando que a história deveria ser revisitada com cautela.

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