Hino do Brasil lidera ranking do NY Times entre as 48 seleções da Copa e recebe elogios pela melodia e emoção
O Hino Nacional Brasileiro ganhou destaque fora dos gramados durante a Copa do Mundo de 2026. Em uma análise publicada nesta sexta-feira (19), o The Athletic, braço esportivo do New York Times, colocou a composição brasileira no topo do ranking dos 48 países participantes. A avaliação levou em conta critérios como emoção, entusiasmo, duração e capacidade de envolver jogadores e torcedores. O veículo atribuiu nota 9 em 10 ao hino brasileiro. A publicação definiu a composição como uma das melhores do mundo. Os jornalistas destacaram especialmente a introdução orquestral de 28 segundos.
O texto também mencionou a força da letra escrita por Joaquim Osório Duque Estrada. A melodia composta por Francisco Manoel da Silva recebeu elogios pela grandiosidade. O reconhecimento ocorreu durante a primeira fase do Mundial. Estados Unidos, Canadá e México sediam a competição de forma conjunta. O ranking avaliou todas as seleções classificadas para a Copa. O Brasil superou países tradicionais e anfitriões do torneio. O resultado chamou a atenção nas redes sociais e entre os torcedores brasileiros.
Melodia e emoção chamam atenção
Segundo o jornal, o hino brasileiro consegue emocionar mesmo com sua execução relativamente curta. A análise ressaltou que pouco mais de dois minutos parecem insuficientes diante da riqueza da composição. Apesar do ritmo acelerado dos versos, o jornal destacou o conteúdo marcante da composição. A publicação mencionou referências à coragem e ao amor à pátria. O jornal apontou expressões como “colosso destemido” como símbolos fortes da identidade nacional. O trecho “um sonho intenso, um raio vívido de amor e de esperança” recebeu destaque especial. Os jornalistas classificaram a introdução instrumental como gloriosa. O artigo ressaltou que a força do hino vai além da música.
A forma apaixonada como a torcida brasileira canta também foi considerada decisiva. Em partidas da seleção, é comum os torcedores continuarem cantando mesmo após o encerramento da execução oficial. Esse comportamento foi lembrado como um diferencial em relação a outros países. O veículo observou que a conexão emocional entre público e jogadores aumenta o impacto da composição. A publicação reconheceu que o julgamento é subjetivo, mas afirmou existir uma lógica para identificar hinos capazes de mobilizar multidões.
Top 10 reúne potências do futebol
Além do Brasil, a França e Portugal completaram as primeiras posições da lista. Colômbia e Escócia também receberam avaliações positivas. Equador, Argentina, Egito, Uruguai e Bósnia e Herzegovina fecharam o top 10 elaborado pelo veículo norte-americano. O jornal classificou o hino da Colômbia como magnífico e elogiou o caráter emocional da composição do Equador. O hino argentino também foi apontado como emocionante. Já o Uruguai foi comparado a uma jornada musical alegre. Os Estados Unidos e a Escócia ganharam destaque pela forma apaixonada como seus torcedores cantam.
O ranking também trouxe críticas. A Inglaterra ficou na última posição entre as 48 seleções. O jornal descreveu a composição inglesa como excessivamente cerimonial. A Jordânia recebeu observações negativas por conta da repetição de notas. Espanha e Bósnia e Herzegovina foram criticadas pela ausência de letra. O The Athletic destacou que a capacidade de envolver jogadores e torcedores teve peso importante na classificação final. Para a publicação, um grande hino precisa fazer o público se levantar e cantar junto. O Brasil, segundo o veículo, conseguiu reunir todos esses elementos em uma única composição.
Top 10 dos hinos mais bonitos da Copa de 2026, segundo o NY Times
- Brasil
- França
- Portugal
- Colômbia
- Escócia
- Equador
- Argentina
- Egito
- Uruguai
- Bósnia e Herzegovina






