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Silvia Abravanel posta foto com Bolsonaro e declara apoio

A apresentadora Silvia Abravanel (51) usou as redes sociais neste domingo (25) e despertou a impressão dos seguidores ao declarar apoio ao presidente Jair Bolsonaro (PL). A filha de Silvio Santos, posou ao lado do presidente Jair Bolsonaro (PL) e declarou apoio ao candidato à reeleição. “Deus, pátria e família”, escreveu na legenda da publicação feita no Instagram, acrescentando o 22, número de Bolsonaro, e emojis de corações verde e amarelo. Nos comentários da publicação de Silvia, muitos apoiadores de Bolsonaro a elogiaram por se posicionar, no entanto, o posicionamento da artista não surpreende o público, os anunciantes e amigos. Em 2018, Silvio Santos  almoçou com Bolsonaro em São Paulo. Em 2020, ele chegou a ser homenageado pelo presidente e inclusive foi duramente criticado pelo encontro sem máscara. Nos Stories, ela declarou o apoio: “Sou 22 até 2026”, escreveu, chamando o presidenciável de “capitão do povo”. A imagem parece ter sido tirada nos bastidores do debate que aconteceu no último sábado (24), promovido pelo SBT, Veja, CNN Brasil, Terra, Nova Brasil, Estadão e Eldorado. Silvia Abravanel é a segunda filha do apresentador Silvio Santos, do casamento com Maria Aparecida Vieira Abravanel. A apresentadora, que recentemente assumiu namoro com o cantor sertanejo Gustavo Moura, está atualmente no comando do programa infantil “Sábado Animado”. Antes, ela apresentava o “Bom Dia & Cia”, atração diária que saiu da grade do SBT em abril deste ano após quase 30 anos no ar. 

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Marina Silva afirma: ‘Vamos colocar um freio no avanço do bolsonarismo’

Marina Silva, ex-ministra do primeiro mandato presidencial de Lula, reaproximou-se do petista e prometeu colaborar com a retomada da agenda socioambiental no país, no intuito de frear o avanço do presidente Bolsonaro Ex-candidata à presidência por três vezes e ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva reconhece que para governar o país é necessário fazer concessões. Agora candidata a deputada federal no estado de São Paulo e à frente da Rede Sustentabilidade, Marina decidiu atender a um pedido do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em favor de uma coalizão que seja capaz de fazer frente a Jair Bolsonaro (PL) nas eleições presidenciais deste ano, deixando para trás rusgas e feridas mal cicatrizadas em relação ao Partido dos Trabalhadores (PT). Em entrevista a VEJA, Marina disse que quer ajudar Lula a “recuperar o protagonismo do Brasil na agenda de enfrentamento às mudanças climáticas” por meio, sobretudo, de uma política de desmatamento zero e agricultura de baixo carbono. “O documento entregue por mim ao ex-presidente Lula se chama ‘Resgate atualizado da agenda socioambiental perdida’, uma agenda que vinha dando certo desde quando se iniciou, em 2003. Ninguém melhor do que Lula para resgatá-la”, afirmou ela, que desconversou quando questionada se aceitaria ser ministra do Meio Ambiente novamente em um eventual governo do petista. Confira a entrevista na íntegra aqui

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Pablo Marçal declara apoio a Bolsonaro no palanque de Tarcísio, em Marília

Pablo Marçal declarou que apoiará a reeleição do presidente Jair Bolsonaro. Em agenda no interior de São Paulo, o empresário e influenciador afirmou neste sábado (10) que “tiraram” sua “oportunidade de ser o presidente mais jovem do Brasil”. Na semana passada, o Tribunal Superior Eleitoral cancelou em definitivo a candidatura de Marçal à Presidência pelo PROS. Durante discurso em Marília, ao lado do candidato a governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, o empresário e influenciador afirmou que Lula roubou seu partido, o PROS.“Conheço gente no olhar e através do cheiro do coração. Esse homem (Tarcísio) é o nosso próximo governador. Cerca de 50% do Estado de São Paulo não conhece Tarcísio e 92% conhecem o pior prefeito da história de São Paulo. O nosso desafio é mostrar quem é o Tarcísio. Tiraram a minha oportunidade de ser presidente do Brasil, mas não vão tirar os 4 milhões de voto que eu já tive e vou dedicar ao nosso governador. Estou esperando a resposta do Bolsonaro para que eu possa apoiá-lo também”, afirmou Marçal.

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Ciro Gomes pede ao TSE que barre candidatura de Bolsonaro por “abuso de poder político”

O candidato do PDT à presidência da República, Ciro Gomes, entrou nesta sexta-feira (19) com um pedido de inelegibilidade no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para barrar a candidatura à reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL) e de seu vice, Braga Netto.O ex-governador alegou que o presidente cometeu abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação. A declaração foi encaminhada ao ministro Mauro Campbell, que deverá seguir parecer do Ministério Público Eleitoral antes de definir sua posição sobre o caso. A manifestação ocorreu após reunião transmitida pela EBC (Empresa Brasileira de Comunicação) na qual Bolsonaro afirmou, sem a devida apresentação de provas, que os ministros da Corte Eleitoral buscam eleger políticos esquerdistas ao supostamente impedirem que medidas de transparência sobre o sistema de votação sejam adotadas. Bolsonaro é um defensor do voto impresso e tem feito consecutivos ataques às urnas eletrônicas. “É inegável que o senhor Jair Messias Bolsonaro aproveitou-se do evento para difundir a gravação do discurso com finalidade eleitoral, indissociável ao pleito de 2022. Isso porque o ataque à Justiça Eleitoral e ao sistema eletrônico de votação faz parte da sua estratégia de campanha eleitoral, de modo que há nítida veiculação de atos abusivos em desfavor da integridade do sistema eleitoral, através de fake news, o que consubstancia-se em um fato de extrema gravidade, apto a ser apurado na ambiência desta ação”, diz Walber Agra, advogado que representa Ciro Gomes nos tribunais superiores. Tarcísio Vieira, advogado que comanda a defesa de Jair Bolsonaro, disse que a ação do PDT “não reúne condições de êxito”.  “As eventuais discordâncias com o conteúdo da fala, fruto de retórica política legítima, não ensejam, a meu sentir, a abertura de campo fértil para a aplicação das graves sanções requeridas pelo PDT. Questões políticas devem ser rebatidas com discursos políticos e não com ações judiciais que tais”, concluiu Tarcísio Vieira.

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