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Com Lula eleito estatais já perderam mais de R$ 100 bilhões

Desde o fim do segundo turno das eleições, que determinou a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência, as empresas estatais listadas na bolsa de valores perderam R$ 101,258 bilhões em valor de mercado, de acordo com um levantamento da TradeMap feito a pedido do CNN Brasil Business. Entre o total perdido no período, R$ 21,710 bilhões ocorreram somente nesta quinta-feira (10), quando o Ibovespa fechou em baixa de 3,35%, aos 109.775,46 pontos, a maior queda desde setembro de 2021. Na ocasião, o principal índice da bolsa de valores chegou a perder R$ 156,269 bilhões em valor de mercado, depois que um discurso do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva criticando políticas de controle fiscal fez as ações desabarem. A Petrobras é a empresa que concentra a maior fatia das perdas no período, com queda de valor de mercado de R$ 81,456 bilhões desde o dia 28 de outubro, data do último pregão antes do segundo turno. Ela é seguida por Eletrobras e Banco do Brasil, que perderam R$ 7,638 bilhões e R$ 7,105 bilhões, respectivamente. A Eletrobras tinha variação positiva desde o término das eleições até ontem, quando chegou a perder R$ 7,942 bilhões em valor de mercado, em meio ao mau-humor dos agentes financeiros. Já a Sabesp, empresa estatal paulista de saneamento, fechou o dia anterior com perda de valor de mercado de R$ 1,545 bilhão, que contribuiu para a baixa total no valor de R$ 2,816 bilhões desde o fim do pleito presidencial.

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Entrevista recordista de Lula no Flow é marcada por mentiras e fake news

Por Bruno Giovanni Em entrevista ao Flow Podcast nesta terça-feira (18), o candidato do PT à Presidência, Luiz Inácio Lula da Silva, deu declarações enganosas ao comentar legados da gestões petistas.Não é verdade, por exemplo, que a fome foi totalmente erradicada ou que 90% das categorias profissionais tiveram reajustes acima da inflação. O ex-presidente também distorceu o sentido de uma fala do presidente Jair Bolsonaro (PL): diferentemente do que sugeriu o petista, o mandatário não admitiu em entrevista que precisa mentir para governar. Veja algumas fake news ditas pelo petista: [O Brasil foi o último] a dar voto para mulher. A declaração é FALSA porque, só na América Latina, ao menos quatro países legalizaram o voto feminino depois do Brasil, que passou a dar direito ao voto para as mulheres de maneira facultativa em 1932. Depois, esse direito foi garantido pela Constituição Federal de 1934, e regulamentado pelo Código Eleitoral de 1935, que definiu o voto obrigatório para mulheres. Peru e México, por exemplo, só legalizaram o voto feminino 20 anos depois do Brasil, em 1955. Na Argentina, as mulheres conseguiram o direito de votar somente em 1947. Já no Chile, o sufrágio universal foi estabelecido em 1949, mas o direito de votar em eleições municipais havia sido promulgado em 1934. [O Brasil é] O maior produtor de proteína animal do mundo. A declaração é falsa porque, de acordo com o último relatório da FAO, agência da ONU para a alimentação e a agricultura, o maior produtor de proteína animal do mundo atualmente é a China. Segundo o documento, o país asiático produziu 79,3 mil toneladas de carnes em 2020 e 91,8 mil toneladas em 2021, último dado disponível. Em segundo lugar estão os Estados Unidos, com uma produção de 48,7 mil toneladas em 2020, e de 48,8 mil toneladas em 2021. O Brasil aparece na terceira posição, com 29,1 mil toneladas em 2020 e 29,6 mil toneladas no ano passado. Nós criamos […] o Fies… O Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) foi criado em 1999 pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e teve a lei sancionada pelo tucano dois anos depois. Lula, no entanto, fez mudanças no programa. Em 2010, reduziu pela metade os juros pagos pelos estudantes e determinou o fim da necessidade de fiador e a prorrogação do prazo de quitação de dívidas. Eu tava vendo um vídeo do Bozo esses dias, ele naquele vídeo que ele tá falando das meninas venezuelanas, ele fala textualmente: tenho que mentir, preciso mentir. O político tem que mentir. Neste trecho da entrevista, Lula afirma que, na entrevista ao canal Paparazzo Rubro-Negro, o presidente Jair Bolsonaro reconheceu que precisa mentir para governar e que incentivou que políticos mentissem para ganhar, mas isso não é verdade. Na ocasião, o mandatário disse que, por inúmeras vezes, foi aconselhado a mentir, mas que não teria seguido essa sugestão. O que disse Bolsonaro: “E eu lembro, usando essa passagem do João 8:32, quantas vezes nego chegava pra mim e falava: ‘Ó, falando a verdade, tu não vai chegar a lugar nenhum. Você tem que mentir, cara. Falar que vai criar 10 milhões de empregos, 50 milhões de casas populares. Vou triplicar o salário mínimo. Se não falar isso aí tu não vai chegar’. E a regra é mentir. Quem mente mais com alguma inteligência chega, e não estou falando nenhuma mentira aqui”. A entrevista repercutiu nas redes sociais devido a um comentário feito por Bolsonaro sobre meninas venezuelanas que estavam se arrumando em uma casa em São Sebastião (DF) que ele visitou “em abril de 2021”. Ao canal, o presidente disse que “pintou um clima” com as jovens e insinuou que elas se prostituíam. Na realidade, o local abrigava no dia um projeto social para ensinar técnicas de beleza às refugiadas. Esta não é a primeira vez que Lula distorce a fala de Bolsonaro. Nesta terça (18), o ex-presidente também fez menção ao caso em reunião com comunicadores: “Esses dias eu vi um vídeo dele [Bolsonaro] que está ligado àquele vídeo das meninas da Venezuela em que ele diz, textualmente, que é necessário mentir, é preciso mentir, porque se não mentir não ganha as eleições. Um cidadão que acha que para ganhar eleições tem que mentir, obviamente não vai conseguir governar do jeito honesto”, afirmou. Fonte: Blog do BG

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TSE manda Janones se manifestar sobre “máquina de fake news” contra Jair Bolsonaro 

O deputado federal André Janones integra campanha de Lula e tem usado mentiras para atacar o atual presidente da República Jair Messias Bolsonaro Benedito Gonçalves, ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e corregedor-geral da Justiça Eleitoral, deu três dias ao deputado federal André Janones (Avante) para que ele se manifeste sobre os motivos de usar fake news para atacar o presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição. “Ante o exposto, determino a intimação do terceiro investigado, André Luís Gaspar Janones, pelo meio mais célere, para que, no prazo de 3 (três) dias, manifeste-se sobre a utilização de seus perfis no Twitter, Facebook (NASDAQ:META), Instagram, TikTok, YouTube e Kwai, bem como sobre o requerimento para que sejam removidos, sem prejuízo da apresentação de defesa após regular citação”, decidiu o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, Benedito Gonçalves. O ministro deu também cinco dias de prazo para que Lula e o candidato a vice, Geraldo Alckmin, se manifestem sobre a suposta prática de uso indevido dos meios de comunicação. Por esse motivo, o presidente quer cassar a chapa do adversário no julgamento final da ação, tornando-os inelegíveis por oito anos. A campanha de Bolsonaro entrou com recurso no tribunal para reclamar que Janones tem usado as redes sociais “para realizar deliberada e constante difusão de conteúdos falsos ou gravemente descontextualizados contra o candidato à reeleição Jair Messias Bolsonaro, com o propósito de favorecer a campanha dos demais investigados por meios sabidamente ilícitos”. O ministro acatou a petição da campanha de Bolsonaro, mas não decidiu imediatamente pela liminar.

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Marina Silva afirma: ‘Vamos colocar um freio no avanço do bolsonarismo’

Marina Silva, ex-ministra do primeiro mandato presidencial de Lula, reaproximou-se do petista e prometeu colaborar com a retomada da agenda socioambiental no país, no intuito de frear o avanço do presidente Bolsonaro Ex-candidata à presidência por três vezes e ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva reconhece que para governar o país é necessário fazer concessões. Agora candidata a deputada federal no estado de São Paulo e à frente da Rede Sustentabilidade, Marina decidiu atender a um pedido do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em favor de uma coalizão que seja capaz de fazer frente a Jair Bolsonaro (PL) nas eleições presidenciais deste ano, deixando para trás rusgas e feridas mal cicatrizadas em relação ao Partido dos Trabalhadores (PT). Em entrevista a VEJA, Marina disse que quer ajudar Lula a “recuperar o protagonismo do Brasil na agenda de enfrentamento às mudanças climáticas” por meio, sobretudo, de uma política de desmatamento zero e agricultura de baixo carbono. “O documento entregue por mim ao ex-presidente Lula se chama ‘Resgate atualizado da agenda socioambiental perdida’, uma agenda que vinha dando certo desde quando se iniciou, em 2003. Ninguém melhor do que Lula para resgatá-la”, afirmou ela, que desconversou quando questionada se aceitaria ser ministra do Meio Ambiente novamente em um eventual governo do petista. Confira a entrevista na íntegra aqui

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Lula no Ratinho: Bolsonaro tem um “jeitão bruto, de capiau do interior de São Paulo”

Eleitores de direita criticam Lula pela fala sobre paulistas do interior em entrevista ao Programa do Ratinho A fala de Lula no Ratinho causou alvoroço na internet. Perfis de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro viralizaram nas redes sociais nesta 6ª feira (23) um trecho da fala do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Programa do Ratinho, no SBT, em que o petista afirma que Jair Bolsonaro (PL) tem um “jeitão bruto, de capiau do interior de São Paulo”. Comentaristas do programa Os Pingos Nos Is repercutiram a fala do ex-presidente, em sabatina, que chamou os paulistas de ‘capiau’ e o atual mandatário Bolsonaro de ‘bruto’ e ‘ignorante’. Durante o programa Os Pingos dos Is, da Jovem Pan, a comentarista Ana Paula Henkel afirmou que as declarações do ex-presidente Lula mostram que ele e sua turma tem “ódio e nojo da classe média” e relembrou quando o atual mandatário, Jair Bolsonaro, foi visto dirigindo tratores, cavalos e motos, um sinal de que o chefe do Executivo “não tem medo de se misturar com o povo” e a atitude do comandante do Planalto é “um pesadelo para os marqueteiros e dos oponentes”. A analista acusou o petista ainda de gostar apenas da elite, do dinheiro, de jatinho particular e de banqueiros. “Fala a uma bolha hedonista, narcisista. Socialista refinado precisa regular a mídia, porque o povo gostando de política e falando mal, cobrando de políticos corruptos o que eles fizeram e o que não deveriam ter feito, só resta regular a mídia para esse gente”, finalizou. Para aliados de Bolsonaro, a fala indica que o petista “trata os moradores de SP com desdém e preconceito”. Durante a entrevista, na pergunta em questão, Lula fazia críticas a Bolsonaro pela resposta do governo à pandemia. “Ele não comprou [vacinas anticovid] porque ele não acreditava na vacina no começo, Ratinho. Ele zombava da pandemia, brincava. É uma estupidez de alguém que é um pouco ignorante e é o que ele é mesmo. Aquele jeitão bruto dele, de capiau do interior de São Paulo”.

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Conversa de botequim: Lula estava “em casa” no Jornal Nacional

Nas redes sociais, 15 milhões de pessoas acompanharam as postagens sobre a entrevista de Lula ao JN, mais do que a audiência de Bolsonaro, que foi de nove milhões Quem esperava uma entrevista pesada, como a do presidente Jair Bolsonaro, na segunda-feira, certamente ficou surpreso com a sabatina do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aos jornalistas William Bonner e Renata Vasconcellos, no Jornal Nacional (TV Globo), na quinta-feira. O clima de grande expectativa em torno da entrevista, decorrente do histórico de desentendimentos entre o líder petista e a emissora, foi desanuviado logo no começo, quando o âncora do programa jornalístico de maior audiência da televisão brasileira, ao formular sua pergunta sobre a corrupção nos governos petistas, fez a ressalva de que o ex-presidente não devia nada à Justiça. Daí para a frente, Lula ficou à vontade, ora sorridente, ora veemente, respondendo às perguntas de acordo com sua conveniência. Algumas vezes, tergiversou; outras, mandou recados aos diferentes públicos que pretende seduzir na campanha eleitoral. Foi o caso da nomeação do novo procurador-geral da República, caso seja eleito. O petista deixou no ar se aceitará a lista tríplice tradicionalmente eleita pelos procuradores, como fez durante seu governo. Sem nunca perder a elegância, foi mais atencioso com Renata Vasconcellos do que com Bonner. O Lula ressentido dos palanques eleitorais deu lugar à nova versão do Lulinha Paz e Amor, 20 anos depois. O petista estava de bem com a vida e convicto de que sua volta ao poder, em parceria com o ex-tucano Geraldo Alckmin, é a chave para resolver os problemas do país. Não concordo com a tese de que os jornalistas refrescaram deliberadamente Lula, apenas não tiveram oportunidade de confrontá-lo como fizeram com Bolsonaro, porque Lula foi muito esperto e estava preparado para vender seu peixe com competência. Fez isso de forma menos propositiva do que Ciro Gomes, por exemplo, mas muito eficiente para resgatar seu legado como presidente da República por dois mandatos, que deixou o governo com altos índices de aprovação. O caminho crítico era a Operação Lava-Jato, mas esse tema Lula tratou como um erro judicial, da qual foi vítima, o que muda a natureza de sua prisão. Aproveitou para desqualificar o ex-juiz Sergio Moro, que o sentenciou à prisão, e só faltou bater no peito para dizer que seu governo criou condições para todas as investigações da Lava-Jato, ao fortalecer os órgãos de controle e não interferir na Polícia Federal nem no Ministério Público Federal. Quando questionado sobre o mensalão, derivou para a crítica ao chamado orçamento secreto, no valor de R$ 16 bilhões. Aproveitou a oportunidade para fustigar Bolsonaro, que chamou de “bobo da corte”. Disse que o atual presidente da República entregou o Orçamento da União ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), que libera o pagamento das emendas parlamentares diretamente com os ministros. Lula defendeu a ex-presidente Dilma Rousseff, mas dela manteve distância regulamentar. Criticou os comunistas cubanos e chineses, demarcando território em relação à esquerda e encheu a bola do vice Geraldo Alckmin, para agradar aos eleitores de centro e mostrar que a polarização entre PT e PSDB era do bem, pois se tratavam como adversários, enquanto a luta do bem contra o mal preconizada por Bolsonaro seria de natureza fascista. Fonte: Correio Braziliense

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