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Eleitores não podem ser presos até a data da eleição. Saiba mais

A norma, prevista no Código Eleitoral, vale até 48h após o pleito e visa garantir o direito ao voto Eleitores não poderão ser presos a partir desta terça-feira, 25, exceto em casos de flagrante ou condenação por crime inafiançável. A norma, prevista no Código Eleitoral, vale até 48h após o pleito e visa garantir o direito ao voto. “Ocorrendo qualquer prisão, o preso será imediatamente conduzido à presença do juiz competente que, se verificar a ilegalidade da detenção, a relaxará e promoverá a responsabilidade do coator”, diz a lei. A mesma garantia é dada aos candidatos, que não podem ser presos desde 15 dias antes da eleição. A próxima quinta-feira, 27, é o último dia para realização de comícios – que podem se estender até as 23h59. A exceção é para eventos de encerramento de campanha, que podem ser prorrogados por mais 2 horas.

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Treinamento: TSE cria simulador da urna eletrônica para eleitores treinarem o voto

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) colocou no ar em seu site um simulador de votos semelhante à urna eletrônica para que o eleitor treine o uso do equipamento antes de ir à votação neste domingo (2). O objetivo é para que os brasileiros tomem conhecimento de como funciona o sistema e o que vai encontrar na cabine de votação. O simulador está acessível no site do tribunal (veja aqui) e apresenta o sistema de votação de acordo com o local onde o eleitor irá votar. Ao abrir o site, o internauta poderá escolher a eleição que pretende treinar, sendo a geral para todo o Brasil e uma específica para o Distrito Federal, e uma para o exterior – em que será possível votar apenas para o cargo de presidente. Para quem vota no Brasil, é possível treinar o voto para os cinco cargos em disputa nesta eleição: deputado federal (4 dígitos), deputado estadual ou distrital (5 dígitos), senador (3 dígitos), governador (2 dígitos) e presidente (2 dígitos), nos dois turnos de votação. Os eleitores que moram no exterior, são apenas os 2 dígitos para presidente, também em dois turnos. A cada voto registrado, o simulador emite os mesmos avisos sonoros das urnas eletrônicas, com um tom mais curto entre um voto e outro e um mais longo na finalização. De acordo com o TSE, a expectativa é de que a votação de cada eleitor dure menos de um minuto no domingo (2). Para simular o voto é preciso acessar o site do TSE. Em seguida, clicar na aba “Eleitor e Eleições”, no canto superior da tela, e selecionar, na coluna da direita, o item “Eleições 2022”. A partir daí, abrirá uma página com uma série de itens relacionados às eleições deste ano. O último item é o “Simulador de votação”. Ao clicar nesse item, abrirá a página especial do TSE para o simulador. Na página, estarão disponíveis para o eleitor receberá algumas opções, entre as quais “2022 Eleições Gerais (Brasil)”.

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Pablo Marçal afirma: ”Primeiro riram de mim, depois tentaram me exterminar”

Pablo Marçal foi vítima de uma perseguição política que culminou no cancelamento da sua candidatura à presidência da Repúplica Pablo Marçal assustou os caciques da política brasileira. O empresário mais badalado do marketing digital foi o único a percorrer todas as regiões do país, ainda em pré-campanha, era o candidato com o maior poder aquisitivo declarado entre os presidenciáveis e foi um dos primeiros a receber quantia expressiva de doação para campanha – R$459 mil reais doados por Marcos Paulo de Oliveira, amigo e sócio do então candidato à presidência da República. Aos 35 anos, com patrimônio em pessoa física na casa dos 100 milhões de reais e sendo o único outsider na corrida presidencial, o influenciador digital sofreu grande perseguição política. Contrariando todos os fatos, sua candidatura à presidência da República foi cancelada, o que seria impossível dentro da legislação brasileira. “Riram de mim quando falei que iria para a política, mas quando viram que eu não estava pra brincadeira e descobriram o meu potencial, eu me tornei uma ameaça ao sistema e fizeram de tudo para provocar meu cancelamento. Quiseram me exterminar da política, mas eu sou imparável!” Pablo Marçal, ex-candidato à presidência da República Após o cancelamento, nessas eleições de 2022, Pablo Marçal sai como candidato a deputado federal pelo PROS no Estado de São Paulo. Nesta segunda-feira (19), durante entrevista para uma emissora paulista de rádio, Marçal declarou: “Desistir não é uma opção. Pode levar o tempo que for, mas estou compromissado com a nossa nação e com o nosso povo”, finalizou o candidato.

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Em sabatina, Simone Tebet fala sobre crise econômica e “bagunça nas contas públicas”

A candidata à presidência da República Simone Tebet (MDB) afirmou, em sabatina promovida pelo Estadão em parceria com a em parceria com a Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), nesta segunda-feira (19), que o governo não passa por uma grande crise econômica e fiscal. Mas, segundo ela, há uma “bagunça” e um “total desconhecimento” das contas públicas. Segundo ela, a solução para o atual cenário econômico brasileiro é a eleição de uma candidatura de centro. Para ela, há um “descontrole da máquina pública” que faz com que o País fique em uma situação de desvalorização do câmbio. “O dólar sobe, tudo no Brasil é precificado em dólar, você vê uma inflação que corrói o salário do brasileiro”, disse. “Temos que focar na macroeconomia brasileira”, continuou. Para ela, um candidato de centro conseguiria lidar com o problema, “com moderação, equilíbrio e diálogo”. A presidenciável também criticou o orçamento secreto, revelado pelo Estadão, que mostrou que o governo Jair Bolsonaro (PL) usa as chamadas emendas de relator-geral para conquistar o apoio de políticos do chamado Centrão no Congresso Nacional. “Vai ser considerado um dos maiores escândalos de corrupção de todo o Brasil”, disse. “São R$19 bilhões que nós não sabemos para onde está indo ou se está indo, ou se é uma nota fria emitida pelo órgão público para pagar 100% do dinheiro para ser embolsado por autoridades, por parlamentares”, criticou, afirmando que um eventual governo, daria “total transparência” às contas públicas. A candidata voltou a declarar que, em um eventual governo, vai dedicar os seus primeiros seis meses de mandato à aprovação da Reforma Tributária e da Reforma Administrativa….

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Pablo Marçal declara apoio a Bolsonaro no palanque de Tarcísio, em Marília

Pablo Marçal declarou que apoiará a reeleição do presidente Jair Bolsonaro. Em agenda no interior de São Paulo, o empresário e influenciador afirmou neste sábado (10) que “tiraram” sua “oportunidade de ser o presidente mais jovem do Brasil”. Na semana passada, o Tribunal Superior Eleitoral cancelou em definitivo a candidatura de Marçal à Presidência pelo PROS. Durante discurso em Marília, ao lado do candidato a governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, o empresário e influenciador afirmou que Lula roubou seu partido, o PROS.“Conheço gente no olhar e através do cheiro do coração. Esse homem (Tarcísio) é o nosso próximo governador. Cerca de 50% do Estado de São Paulo não conhece Tarcísio e 92% conhecem o pior prefeito da história de São Paulo. O nosso desafio é mostrar quem é o Tarcísio. Tiraram a minha oportunidade de ser presidente do Brasil, mas não vão tirar os 4 milhões de voto que eu já tive e vou dedicar ao nosso governador. Estou esperando a resposta do Bolsonaro para que eu possa apoiá-lo também”, afirmou Marçal.

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Marçal aciona militância e realiza adesivaço simultâneo em todas as regiões do país

O candidato à presidência da República Pablo Marçal (Pros), participa neste domingo (4) de um adesivaço em Goiânia, a partir das 16h30. O evento acontece simultaneamente em diversas cidades do país. Diante da resistência que tem encontrado para aparecer na mídia tradicional, o candidato deu início a etapa digital de sua campanha. Utilizando seu vasto conhecimento do ambiente digital, Marçal organizou dois grandes adesivaços para este final de semana, no sábado (3) foi realizado de forma simultânea nas 27 capitais e, neste domingo, os apoiadores realizam adesivaços nas cidades do interior. O candidato do Pros participa do adesivaço no Parque Bernardo Elis, na sua cidade natal, Goiânia. Adesivaços Os adesivaços são encontros entre apoiadores, que se reúnem para colar adesivos no maior número de carros possível com a propaganda de Marçal, e compartilhar experiências sobre a mudança de vida que obtiveram ao seguir o direcionamento do candidato sobre empreendedorismo, digitalização e mudança de mentalidade. Estes três pontos são os pilares da proposta de governo chamada “40 anos de crescimento em 4 anos de governo”. O candidato vai participar do adesivaço em sua cidade natal, Goiânia, onde ele mesmo fará a colagem dos adesivos nos carros dos apoiadores. O evento tem previsão de início às 16h30 e também acontece simultaneamente, em todas as regiões do país.

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TV Band excluiu Marçal de debate e o candidato convocou protesto em frente à emissora

O candidato à presidência da República pelo Pros Pablo Marçal vêm sofrendo boicote por parte de alguns veículos de comunicação e, mais uma vez, foi deixado de fora de debate presidencial. A TV Band realizou ontem (28) um debate político-eleitoral entre os candidatos à Presidência da República em seu canal aberto de televisão, em parceria com a TV Cultura, o site UOL e o jornal Folha de S.Paulo. Entretanto, o candidato PABLO MARÇAL não foi convidado, mesmo estando com seu pedido de registro devidamente formalizado e válido no TSE, sem qualquer impugnação e sendo candidato de partido político com a representatividade no Congresso, condição necessária para assegurar sua participação. Quanto à pontuação nas pesquisas, Marçal aparece na frente de Soraya Thronicke (União Brasil) e Felipe D’Ávila (Novo), candidatos que foram convidados para o debate na emissora. No que tange à participação de candidatos em debates televisivos, a legislação traz requisitos legais a serem observados pelas emissoras de rádio e televisão, as quais não têm o direito de criar regras que diminuam as garantias constitucionais e eleitorais. Na última última sexta-feira (26) Marçal recebeu parecer da Procuradoria Geral Eleitoral favorável à sua candidatura, validando a chapa formada com a vice Pérola Neggra, documento este que também foi ignorado pelos veículos que promovem o debate. A assessoria de Marçal chegou a participar da primeira reunião do debate, mas não foi convidada para a última, onde foram decididos os detalhes finais e realizado o sorteio entre os participantes. Depois de inúmeras tentativas sem êxito de fazer valer o seu direito de participação no debate, Marçal convocou seus apoiadores para uma manifestação no domingo (28), às 19h30, em frente à TV BAND, em São Paulo. Em suas redes o candidato falou de sua indignação e afirmou: “O que está acontecendo é um atentado à democracia do nosso país, mas nós não vamos nos calar!” Mesmo com chuva e interdições no entorno da emissora, o protesto contou com cerca de 300 apoiadores que entoaram diversos gritos de reivindicações, dentre eles: ”Não queremos combate, queremos Marçal no debate” e ”Eu acredito!”

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Reviravolta no caso Marçal: Procuradoria Geral Eleitoral aponta irregularidade em coligação com chapa de Lula e valida chapa de Pablo Marçal à Presidência

Parecer da PGE examina Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários e recomenda deferimento O vice-procurador-geral eleitoral, Paulo Gustavo Gonet Branco, emitiu parecer ontem pela regularidade dos atos partidários do Pros na convenção que lançou a candidatura de Pablo Marçal à Presidência da República.“A ata da convenção partidária cumpriu os requisitos do art.7º da Res.-TSE n. 23.609/2019. Não há irregularidade formal que impeça o deferimento do DRAP”, recomenda o vice-procurador-geral eleitoral.Ele atesta que a mudança de comando no Pros – que passou a ser conduzido por Eurípedes Júnior – não anula as decisões tomadas pelo seu antecessor, Marcus Holanda.“De fato, embora Eurípedes Macedo Júnior tenha sido reconduzido à presidência do PROS em 5.8.2022, os atos anteriormente praticados sob a diretoria anterior não foram invalidados”, sinaliza o parecer.Na ação interposta por Marçal, ele narra todos os ritos legais adotados para realização da convenção no dia 31 de julho. E questiona a legalidade dos atos praticados pelo novo presidente, que convocou nova convenção fora do prazo previsto na legislação eleitoral e do estatuto partidário para anular a sua candidatura e fazer a coligação com o Brasil da Esperança, do petista Luiz Inácio Lula da Silva.A PGE, examinando os atos, vê irregularidades nos procedimentos feitos por Euripedes Júnior, embora não questione sua titularidade de presidente.“Deve ser bem compreendido que a solução aqui preconizada em nada interfere sobre a solução da pendência relativa à titularidade da presidência do partido. Ao contrário, o que se propõe é que se extraiam as consequências devidas da extensão da decisão em vigor sobre aquela controvérsia”, sinaliza o vice-procurador-geral eleitoral.O parecer foi encaminhado ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Alexandre de Moraes.“Confio na justiça e tenho fé que o TSE garantirá meu direito de disputar a Presidência da República, viabilizando uma opção real de mudança aos eleitores do país”, declarou Pablo Marçal.

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Conversa de botequim: Lula estava “em casa” no Jornal Nacional

Nas redes sociais, 15 milhões de pessoas acompanharam as postagens sobre a entrevista de Lula ao JN, mais do que a audiência de Bolsonaro, que foi de nove milhões Quem esperava uma entrevista pesada, como a do presidente Jair Bolsonaro, na segunda-feira, certamente ficou surpreso com a sabatina do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aos jornalistas William Bonner e Renata Vasconcellos, no Jornal Nacional (TV Globo), na quinta-feira. O clima de grande expectativa em torno da entrevista, decorrente do histórico de desentendimentos entre o líder petista e a emissora, foi desanuviado logo no começo, quando o âncora do programa jornalístico de maior audiência da televisão brasileira, ao formular sua pergunta sobre a corrupção nos governos petistas, fez a ressalva de que o ex-presidente não devia nada à Justiça. Daí para a frente, Lula ficou à vontade, ora sorridente, ora veemente, respondendo às perguntas de acordo com sua conveniência. Algumas vezes, tergiversou; outras, mandou recados aos diferentes públicos que pretende seduzir na campanha eleitoral. Foi o caso da nomeação do novo procurador-geral da República, caso seja eleito. O petista deixou no ar se aceitará a lista tríplice tradicionalmente eleita pelos procuradores, como fez durante seu governo. Sem nunca perder a elegância, foi mais atencioso com Renata Vasconcellos do que com Bonner. O Lula ressentido dos palanques eleitorais deu lugar à nova versão do Lulinha Paz e Amor, 20 anos depois. O petista estava de bem com a vida e convicto de que sua volta ao poder, em parceria com o ex-tucano Geraldo Alckmin, é a chave para resolver os problemas do país. Não concordo com a tese de que os jornalistas refrescaram deliberadamente Lula, apenas não tiveram oportunidade de confrontá-lo como fizeram com Bolsonaro, porque Lula foi muito esperto e estava preparado para vender seu peixe com competência. Fez isso de forma menos propositiva do que Ciro Gomes, por exemplo, mas muito eficiente para resgatar seu legado como presidente da República por dois mandatos, que deixou o governo com altos índices de aprovação. O caminho crítico era a Operação Lava-Jato, mas esse tema Lula tratou como um erro judicial, da qual foi vítima, o que muda a natureza de sua prisão. Aproveitou para desqualificar o ex-juiz Sergio Moro, que o sentenciou à prisão, e só faltou bater no peito para dizer que seu governo criou condições para todas as investigações da Lava-Jato, ao fortalecer os órgãos de controle e não interferir na Polícia Federal nem no Ministério Público Federal. Quando questionado sobre o mensalão, derivou para a crítica ao chamado orçamento secreto, no valor de R$ 16 bilhões. Aproveitou a oportunidade para fustigar Bolsonaro, que chamou de “bobo da corte”. Disse que o atual presidente da República entregou o Orçamento da União ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), que libera o pagamento das emendas parlamentares diretamente com os ministros. Lula defendeu a ex-presidente Dilma Rousseff, mas dela manteve distância regulamentar. Criticou os comunistas cubanos e chineses, demarcando território em relação à esquerda e encheu a bola do vice Geraldo Alckmin, para agradar aos eleitores de centro e mostrar que a polarização entre PT e PSDB era do bem, pois se tratavam como adversários, enquanto a luta do bem contra o mal preconizada por Bolsonaro seria de natureza fascista. Fonte: Correio Braziliense

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João Doria soma forças à campanha presidencial de Ciro Gomes

João Doria distribuiu reportagens sobre a participação de Ciro Gomes na sabatina promovida pelo Jornal Nacional João Doria, ex-governador do estado de São Paulo, resolveu somar forças ao ex-ministro Ciro Gomes. Afastado da vida política desde junho de 2022, quando anunciou oficialmente sua saída da política e o retorno à iniciativa privada, o tucano distribuiu para sua lista de contatos uma reportagem sobre a sabatina com o candidato do PDT à presidência da República no Jornal Nacional. No trecho distribuído por Doria, o presidenciável fala sobre a resposta do Brasil à pandemia fazendo alusões ao presidente Jair Bolsonaro como genocida. Na ocasião, ele aproveitou também para citar a política de vacinação adotada pelo tucano em São Paulo. Se o PSDB não tivesse optado por tirá-lo do jogo presidencial, a vacinação contra a Covid teria sido uma das principais bandeiras de campanha de Doria, Fonte: Veja

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